<T->


          Viver e Aprender
          Portugus 4
          4a. srie 
          Ensino Fundamental

          Cloder Rivas Martos
          Joana D'Arque G. Aguiar

<F->
Impresso braille em quatro
partes, da 7a. edio reformulada, -- 2001, 1a. tiragem -- 2001, 
So Paulo, 2001, da Editora Saraiva
<F+>

          Primeira Parte

          Ministrio da Educao
          Instituto Benjamin Constant
          Av. Pasteur, 350/368 -- Urca
          22290-240 Rio de Janeiro 
          RJ -- Brasil
          Tel.: (0xx21) 3478-4400
          Fax: (0xx21) 3478-4444
          ~,http:www.ibc.gov.br~,
          E-mail: ~,ibc@ibc.gov.br~, 
          -- 2003 --
<P>

          Editora Saraiva

          Editor:
          Maria Tavares de Lima 
          Batista (Dalva)

          Assistente editorial:
          Claudia Renata G. Costa 

          ISBN 85-02-03489-8

          Editora Saraiva
          Av. Marqus de So 
          Vicente, 1697  
          CEP 01139-904
          Barra Funda -- So Paulo -- SP
          Tel.: PABX (0xx11) 3613-3000
          Fax: (0xx11) 3611-3308
             Endereo Internet:
 ~,www.editorasaraiva.com.br~,
 E-mail: ~,atendprof.didatico@~
  editorasaraiva.com.br~,
<P>
                               I
Nota Oficial da Comisso
 Brasileira do Braille (CBB) 

  A transcrio desta obra est de acordo com a "Grafia Braille para a 
Lngua Portuguesa -- Braille Integral", constante da publicao CDU 
376.#ceb, editada em tinta e em braille pelo Ministrio da Educao e 
aprovada pela Portaria Ministerial n.o 2678, de 24 de setembro de 2002, 
com vigncia a partir de 01 de janeiro de 2003.
  O referido documento foi elaborado pela Comisso Brasileira do Braille 
e pela Comisso de Braille de Portugal aps prolongados e criteriosos 
estudos tcnicos.
  No final desta nota voc encontrar uma listagem com smbolos 
estabelecidos pela "Grafia".
  A maioria deles j  do seu conhecimento, mas existem alteraes e 
alguns smbolos novos.
<P>
  As alteraes e a adoo de novos smbolos basearam-se principalmente 
nos seguintes critrios:

<R+>
 1. Ajustar a grafia bsica a novas necessidades da representao 
braille.
 2. Adequar a escrita braille s modificaes realizadas nas 
representaes grficas decorrentes do avano cientfico e tecnolgico e 
do emprego cada vez mais freqente da Informtica.
 3. Evitar a duplicidade de representao de smbolos 
  braille.
 4. Ajustar a grafia bsica, considerando o "Cdigo Matemtico Unificado" 
(CMU), adotado no Brasil desde 1997.
 5. Garantir a qualidade da transcrio de textos para o Sistema Braille, 
especialmente dos livros didticos.
<P>
                            III
 6. Favorecer o intercmbio entre pessoas cegas e instituies de 
diferentes pases de Lngua
  Oficial Portuguesa.
 7. Atender s recomendaes da Unio Mundial de Cegos (UMC) e da UNESCO 
quanto  unificao das grafias por grupos lingsticos.
<R->

  Em caso de dvida, voc poder consultar a "Grafia Braille para a 
Lngua Portuguesa", em cujo texto encontrar todos os smbolos adotados, 
as respectivas normas de aplicao e diversos exemplos ilustrativos.
  A seguir, listagem de smbolos adotados pela "Grafia". O nmero entre 
parnteses que acompanha um smbolo novo ou alterado indica o pargrafo 
da "Grafia" em que se estabelece a sua norma de aplicao.
<P>
<R+>
 , vrgula
 ; ponto-e-vrgula
 : dois-pontos
 ' ponto (32); apstrofo 
 ? ponto de interrogao
 ! ponto de exclamao
 ''' reticncias
 - hfen ou trao de unio
 -- travesso
  crculo
 `( `) ou ( ) abre e fecha parnteses (35)
 `[ `] ou [ ] abre e fecha colchetes (35)
 " abre e fecha aspas, vrgulas altas ou comas (36)
 " abre e fecha aspas angulares (36)
 $" abre e fecha outras variantes de aspas 
(aspas simples, por exemplo) (36)
 * asterisco 
 & "e" comercial (39)
 / barra (40)
 | barra vertical (40)
 :> seta para a direita
 <: seta para a esquerda
 <:> seta de duplo sentido
                               V
  Euro (18.1)
 $ cifro
 % por cento
  por mil
  pargrafo(s) jurdico(s)
 + mais
 - menos
  multiplicado por
  dividido por, trao de frao (17)
 = igual a
 ~ trao de frao (17)
 o maior que
  menor que
  grau(s)
  minuto(s)
  segundo(s)
 { sinal de maiscula
 {{ sinal de maiscula em todas as letras da palavra
 :{{ sinal de srie de palavras com todas as letras maisculas
 ~ sinal de minscula latina; sinal especial de translineao de 
expresses matemticas 
(22.1)
 $ sinal restituidor do significado original de um smbolo 
  braille (42)
 # sinal de nmero
  sinal de expoente ou ndice superior
  sinal de ndice inferior
 * sinal de itlico, negrito ou sublinhado (30)
 ~: sinal de transpaginao (55)
 @ arroba (apndice 1`
 ~, sinal delimitador de contexto informtico (apndice 1`
<R->
<P>
                            VII
<R+>
Dados Internacionais de Catalogao na Publicao (CIP)
 (Cmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)

  Martos, Cloder Rivas, 
 1942 --
     Viver e aprender portugus, 4a. srie / Cloder Rivas Martos, Joana D'Arque Gonalves de Aguiar.
  -- 7. ed. reform. -- So 
  Paulo : Saraiva, 2001. 
  -- (Viver e aprender ; 4)

     Edio no-consumvel.
     Suplementado por manual do professor.
     ISBN 85-02-03489-8 
  (aluno)
     ISBN 85-02-03490-1 (professor)

     1. Comunicao e expresso (Ensino fundamental)
     2. Linguagem (Ensino fundamental) I. Aguiar, 
  Joana D'Arque Gonalves de. 
  II. Ttulo. III. Srie.

01-1839        CDD-372`.6

        ndices para catlogo sistemtico:
<R->

  1. Comunicao e expresso : Ensino Fundamental 372`.6  
  2. Linguagem : Ensino fundamental 372`.6
<P>
                             IX
          CLODER RIVAS MARTOS

  Licenciado em Letras Clssicas pela PUC-SP
  Licenciado em Pedagogia pela Faculdade de Filosofia Camilo Castelo Branco
  Professor da rede oficial de ensino do estado de So Paulo

          JOANA D'ARQUE GONALVES DE AGUIAR

  Licenciada em Lngua e Literatura Portuguesas pela PUC-SP
  Professora da rede particular de ensino do estado de So Paulo
<P>
Caro aluno,

  Como toda criana, voc quer crescer, relacionar-se com seus semelhantes, conhecer o mundo e agir sobre ele. Para essas realizaes, o domnio da linguagem  bsico e da maior importncia.
   por meio da linguagem que a pessoa se desenvolve, se relaciona com o outro, conhece e modifica o mundo em que vive. Este livro foi escrito com a inteno de ajud-lo a desenvolver suas habilidades no uso da linguagem.
  Aproveite o mximo dele!

Os autores
<P>
                             XI
Seu Livro em Braille

  Este  o livro utilizado em sua classe, produzido em braille para 
voc. Ele contm as mesmas informaes que esto no livro do seu 
colega, porm, enquanto o livro comum apresenta ilustraes, cores 
e tamanhos variados de letras (grandes, pequenas, arredondadas, 
retas, inclinadas, ligadas umas s outras, separadas), o seu livro em 
braille apresenta descries substituindo ilustraes e, em muitos 
casos, figuras so explicadas, procurando fazer voc compreender o 
que elas representam.
     
Dicas para estudar no seu livro
  em braille   

  1 -- As pginas mpares deste livro apresentam duas numeraes na 
primeira linha: a que fica  direita  a do prprio livro em braille e a 
que est  esquerda  a do livro comum. Por esta, voc pode 
se localizar, de acordo com a orientao do professor, ou quando 
estiver estudando com outros colegas.

  2 -- Em alguns momentos, voc precisar contar com a  
colaborao de algum; por isto, foi colocada a frase "pea 
orientao ao professor" para sugerir que voc solicite informaes 
ou esclarecimentos a seu professor.

  3 -- Sempre que voc encontrar nos textos alguma informao 
visual e tiver dvida, pergunte a seu professor ou a outra pessoa 
capaz de esclarec-lo.

  4 -- Quando voc encontrar o sinal _ e, depois dele, uma frase 
terminada pelo sinal _ saiba que se trata de uma explicao 
especial chamada "nota de transcrio", empregada nos livros em 
braille.
<P>
                           XIII
  5 -- Leia com ateno a Nota Oficial da Comisso Brasileira 
do Braille, na pgina I. Ela informar voc sobre algumas alteraes 
dos sinais braille, em vigncia a partir de janeiro de 2003, facilitando, assim, a 
leitura dos textos.

  Tire o melhor proveito deste livro e procure conserv-lo. Ele  
uma fonte permanente de consulta.
<F->
<P>
<P>
                              XV
Sumrio Geral

Primeira Parte

<F->
Unidade 1

Esporte  Bom

 uma Partida de Futebol, 
  Samuel Rosa e 
  Nando Reis :::::::::::::: 1
Estudo do texto :::::::::::: 4
Um pouco de gramtica: 
  encontros voclicos ::::::: 7
Vamos produzir (criao de 
  poemas a partir da 
  observao de fotos) ::::: 13
Dilogo entre textos: 
  Maracan, a Construo de
  um Smbolo, Revista Nova 
  Escola ::::::::::::::::::: 14
Um pouco de gramtica: 
  encontros consonantais e
  dgrafos :::::::::::::::::: 25
Vamos produzir ::::::::::::: 28
<P>
Dilogo entre textos: 
  charges Urubu, Cri-cri e
 Bota x Vasco, Henfil ::::: 29
Um pouco de gramtica: h, lh, 
  nh, ch :::::::::::::::::::: 33
Vamos produzir (criao de 
  charge) :::::::::::::::::: 38

Unidade 2

Histrias de Amor

As Lgrimas de Potira, 
  Theobaldo Miranda 
  Santos ::::::::::::::::::: 40
Estudo do texto :::::::::::: 43
Um pouco de gramtica:
  slabas (nmero) :::::::: 45
Vamos produzir (recontagem
  da lenda As lgrimas de 
  Potira) ::::::::::::::::: 48
Dilogo entre textos: 
  Drama, Carlos Queiroz 
  Telles ::::::::::::::::::: 48
Um pouco de gramtica: 
  tonicidade :::::::::::::::: 52
<P>
                           XVII
Vamos produzir (criao de 
  histria a partir da
  observao de fotos) ::::: 55
Dilogo entre textos: capa 
  da fita de vdeo A Bela e
  a Fera, Walt Disney :::: 58
Um pouco de gramtica: 
  o/u/l ::::::::::::::::::: 62
Vamos produzir (criao de
  capa e contracapa para um
  filme) ::::::::::::::::::: 66

Unidade 3

Todo Dia  Dia de ndio
  
Cresci, Erico 
  Verissimo :::::::::::::::: 69
Estudo do texto :::::::::::: 73
Um pouco de gramtica: 
  acento agudo e acento 
  circunflexo -- acentuao 
  das oxtonas :::::::::::::: 76
Vamos produzir (continuao
  de histria) ::::::::::::: 79
<P>
Dilogo entre textos: 
  Curumim, chama cunhat 
  que eu vou contar (Todo 
  dia era dia de ndio), 
  Jorge Benjor :::::::::::: 80
Um pouco de gramtica: 
  acentuao das 
  paroxtonas ::::::::::::::: 85
Vamos produzir (reescrita
  de poema em prosa) ::::::: 88
Dilogo entre textos: 
  Verdades & Mentiras sobre
  o ndio Brasileiro, Re-
  vista Nova Escola ::::::: 89
Um pouco de gramtica: 
  acentuao das proparo-
  xtonas ::::::::::::::::::: 101
Vamos produzir (criao de
  texto informativo) ::::::: 104
<P>
                            XIX
Segunda Parte

Unidade 4

O Melhor Amigo do Homem

Co! Co! Co!, Millr 
  Fernandes :::::::::::::::: 107
Estudo do texto :::::::::::: 110
Um pouco de gramtica: 
  tipos de frases ::::::::::: 112
Vamos produzir (criao de
  histria a partir de 
  seqncia de cenas) :::::: 115
Dilogo entre textos: 
  Vira-Lata Morre para 
  Salvar Garoto de Pit 
  Bull, jornal O Estado de
  S. Paulo :::::::::::::::: 116
Um pouco de gramtica: 
  pontuao ::::::::::::::::: 122
Vamos produzir (criao de 
  notcia de jornal) ::::::: 125
Dilogo entre textos: 
  *Poodle*, Ricardo
  Azevedo :::::::::::::::::: 127
<P>
Um pouco de gramti- 
  ca: r ::::::::::::::::::::: 132
Vamos produzir (debate 
  oral/julgamento) :::::::: 136

Unidade 5

O Povo Canta, Dana... 

Lembranas, Bartolomeu 
  Campos Queiroz :::::::::: 140
Estudo do texto :::::::::::: 144
Um pouco de gramtica: 
  substantivos prprios e
  comuns :::::::::::::::::::: 148
Vamos produzir ::::::::::::: 150
Dilogo entre textos: 
  Festas Juninas, Svia 
  Dumont ::::::::::::::::::: 151
Um pouco de gramtica: 
  substantivos simples e 
  compostos ::::::::::::::::: 163
Vamos produzir (pesquisa
  sobre manifestaes fol-
  clricas) :::::::::::::::: 166
<P>
                            XXI
Dilogo entre textos 
Texto 1 -- Recado  Me
  Ptria, Wilian Lucas 
  Rogrio, com participao 
  dos alunos do 3o. A da 
  EEEFM Monsenhor Manuel
  C. de Morais :::::::::::: 167
Texto 2 -- Lugar de
  Criana  na Escola, 
  Oliveira de Panellas e
  Isaura de Melo 
  Souza :::::::::::::::::::: 173
Um pouco de gramtica: 
  g/j :::::::::::::::::::::: 176
Vamos produzir (recontagem
  de histria em forma de
  cordel) :::::::::::::::::: 179

Unidade 6

Rumo ao Futuro

S entre Ns -- Abelardo e
  Helosa, Jlio Emlio
  Braz e Janaina
  Vieira ::::::::::::::::::: 181
Estudo do texto :::::::::::: 186
<P>
Um pouco de gramtica:
  substantivo primitivo e
  derivado :::::::::::::::::: 187
Vamos produzir (brincando
  de Internet) :::::::::::: 191
Dilogo entre textos: S 
  entre Ns -- Abelardo e
  Helosa, Jlio Emlio 
  Braz e Janaina Vieira -- 
  Partes 1, 2 e 3 ::::::: 192
Um pouco de gramtica: 
  substantivo coletivo :::::: 207
Vamos produzir ::::::::::::: 211
Dilogo entre textos: 
  Estrelas em Greve, Joo
  A. Carrascoza ::::::::::: 213
Um pouco de gramtica: qua,
  que, qui, quo, qi, qe/
  /gue, gui, ge, gi :::::: 220
Vamos produzir (recontagem
  de histria) ::::::::::::: 223
<P>
                          XXIII
Terceira Parte

Unidade 7

Quer ser meu Amigo?

O Menino Azul, Ceclia 
  Meireles ::::::::::::::::: 225
Estudo do texto :::::::::::: 227
Um pouco de gramtica: 
  substantivo feminino, 
  masculino, comum de dois
  gneros, sobrecomuns, 
  epicenos e artigos :::::::: 228
Vamos produzir 
  (acrstico) ::::::::::::: 236
Dilogo entre textos: O 
  Rei da Praa, Flvia 
  Muniz :::::::::::::::::::: 238
Um pouco de gramtica: 
  plural e singular ::::::::: 245
Vamos produzir ::::::::::::: 250
Dilogo entre textos: O 
  Galo e a Raposa, 
  Esopo :::::::::::::::::::: 251
Um pouco de gramtica: sons
  da letra x :::::::::::::::: 255
Vamos produzir (criao de
  uma fbula) :::::::::::::: 260

Unidade 8

Natureza Ameaada

Retirantes, Cndido 
  Portinari :::::::::::::::: 264
Estudo do texto :::::::::::: 265
Um pouco de gramtica: 
  aumentativo e 
  diminutivo :::::::::::::::: 266
Vamos produzir ::::::::::::: 270
Dilogo entre textos: Asa
  Branca, Luiz Gonzaga e
  Humberto Teixeira ::::::: 272
Um pouco de gramtica: 
  adjetivos, locues
  adjetivas e adjetivos 
  ptrios ::::::::::::::::::: 278
Vamos produzir ::::::::::::: 287
Dilogo entre textos: Mata
  Atlntica: a Floresta
  Corre Perigo, revista 
  Recreio :::::::::::::::::: 288
<P>
                            XXV
Um pouco de gramtica: 
  s/ss/sc/c//z nos
  diminutivos ::::::::::::::: 298
Vamos produzir ::::::::::::: 303

Quarta Parte

Unidade 9

Retrato da Realidade

Texto 1: Ensaios da 
  Mocidade Alegre Atra-
  palham Sono de Morado-
  res da Regio, jornal 
  Folha de S. Paulo :::::: 308
Texto 2: Esprito carna-
  valesco, Moacyr 
  Scliar ::::::::::::::::::: 310
Estudo do texto :::::::::::: 313
Um pouco de gramtica: 
  pronomes pessoais de 
  tratamento :::::::::::::::: 315
Vamos produzir (transfor-
  mao de notcia em
  crnica) ::::::::::::::::: 328
<P>
Dilogo entre textos: No 
  Restaurante, Carlos 
  Drummond de Andrade ::::: 330
Um pouco de gramtica: 
  pronomes possessivos, 
  demonstrativos, indefi-
  nidos e interrogativos :::: 338
Vamos produzir (criao de
  notcia) ::::::::::::::::: 349
Dilogo entre textos: 
  Porcalhes Urbanos, 
  Walcyr Carrasco ::::::::: 350
Um pouco de gramtica: 
  tempos verbais :::::::::::: 358
Vamos produzir (crnica
  opinativa) ::::::::::::::: 362

Unidade 10

Histrias de Deuses e 
  Heris

Persfone, a Primavera e o
  Vero, histria da mitolo-
  gia grega recontada por 
  Heloisa Prieto :::::::::: 364
Estudo do texto :::::::::::: 369
<P>
                          XXVII
Um pouco de gramtica:
  conjugaes verbais ::::::: 371
Vamos produzir ::::::::::::: 378
Dilogo entre textos: A
  Tapearia de Aracne, 
  lenda da Mitologia Grega
  Recontada por Ana Maria 
  Machado :::::::::::::::::: 379
Um pouco de gramtica: 
  advrbios ::::::::::::::::: 387
Vamos produzir (reescrita
  de texto) :::::::::::::::: 391
Dilogo entre textos: Ate-
  na, Histria da Mitolo-
  gia Grega Recontada por
  Heloisa Prieto :::::::::: 391
Um pouco de gramtica: 
  preposio :::::::::::::::: 401
Vamos produzir (recontagem
  de histrias) :::::::::::: 406
<F+>
<P>
<7>
<TL. P. v. apren. 4>
<T+1>
Unidade 1

Esporte  Bom

Conte a Seus Colegas

<R+>
 Voc J assistiu a alguma partida de futebol ao vivo? Conte como foi.
 Para qual time voc torce?
 Fale quais so os seus dolos no esporte.
 Voc pratica algum esporte? Qual? 
 Se no pratica, qual esporte gostaria de praticar?
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<8>
 uma Partida de Futebol

Samuel Rosa/Nando Reis

<R+>
 Bola na trave no altera o placar
 Bola na rea sem ningum pra cabecear
 Bola na rede pra fazer um gol
 Como jogador
 Quem no sonhou
 Em fazer um gol, e ser jogador de futebol? 

 A bandeira no estdio  um estandarte 
 A flmula pendurada na parede do quarto
 O distintivo na camisa do uniforme
 Que coisa linda
  uma partida de futebol

 Posso morrer pelo meu time
 Se ele perder, que dor, imenso crime
 Posso chorar se ele no ganhar
 Mas se ele ganha
 No adianta
 No h garganta que no pare de berrar

 A chuteira veste a meia que veste o p descalo
 O tapete da realeza  verde,  o gramado
 Olhando para a bola eu vejo o sol
 Est rolando agora
  uma partida de futebol

 O meio-campo  o lugar dos craques
 Que vo levando o time todo pro ataque
 O centroavante, o mais importante
 Que emocionante
  uma partida de futebol

<9>
 O meu goleiro  um homem de elstico
 S os dois zagueiros tm a chave do cadeado
 Os laterais fecham a defesa
 Mas que beleza, com certeza
  uma partida de futebol

 Msica:  uma partida de futebol
 Autor: Nando Reis/Samuel 
  Rosa
 % de controle: 50%
 Editora: Warner Chappel Edies Musicais Ltda
 Todos os Direitos Reservados
 Ttulo:  uma partida de futebol
 Autor(es): Samuel Rosa/Nando Reis
 % de controle: 50%
 Copyright: 1996 by Sam Music edies musicais
 Ltda. (Sony Music) -- Av. Prefeito S Lessa, 621 -- Acari -- RJ
<R->

  Antes do incio da carreira em 1991, a banda *Skank* fazia *shows* em bares e em festas realizadas em stios nos arredores de Belo Horizonte (MG). Seus integrantes so: Samuel Rosa (guitarra e vocal), Henrique Portugal (teclado), Haroldo Feretti (bateria) e Lelo 
 Zanetti (baixo).

Estudo do texto

<R+>
 1. Escreva o significado das palavras a seguir no caderno.
 a) trave 
 b) placar 
 c) estandarte
 d) flmula
 e) distintivo 
     Escolha duas palavras e forme frases com elas.

 2. Que tipo de texto  esse? Quais so as caractersticas presentes nele?
 3. Qual  o assunto principal do texto?
 4. Explique o que os autores quiseram dizer com o verso "Bola na trave no altera o placar".
 5. O que voc sente quando o seu time acerta a bola na trave do gol adversrio? Escreva no caderno.
 6. Por que a bandeira no estdio  um estandarte?
 7. Transcreva do poema a estrofe que revela a extrema paixo que muitos tm pelo time.
<10>
 8. Transcreva da quarta estrofe os elementos associados s imagens do *gramado* e do *sol*.
 9. Segundo o poema, quem so os craques de um time?
 10. Por que o centroavante  o mais importante? Voc concorda com essa afirmao? Justifique sua resposta.
 11. Transcreva do texto a caracterizao feita do goleiro e explique-a.
 12. Escreva o que os autores quiseram dizer com o verso "S os dois zagueiros tm a chave do cadeado".

 13. O poema termina com os seguintes versos:
 "Mas que beleza, com certeza 
  uma partida de futebol"
     Atualmente, todas as partidas de futebol podem ser consideradas uma "beleza"? Justifique a sua resposta.
<R->
<P>
Um pouco de gramtica

<R+>
 1. Copie as palavras do quadro e separe as slabas, observando o encontro de vogais. Depois, assinale aquela que no faz parte do conjunto.

<F->
!::::::::::::::::::::::::::::::::
l  pai -- dourado -- sonhou --   _
l  bandeira -- coisa --          _
l  chuteira -- goleiro --        _
l  cabecear                      _
h::::::::::::::::::::::::::::::::j
<F+>

     Explique por que a palavra assinalada no faz parte do conjunto.

 2. Observe:
 brincadeira -- brin-ca-dei-ra 
     Agora, continue no caderno.
 a) caixa
 b) fechou
 c) cu
 d) outubro
 e) depois
 f) aumento
 g) oitavo
 h) parceiro
     Pinte o encontro de vogais presente em cada uma das palavras, depois pronuncie-as em voz alta, prestando ateno ao som produzido.
<R->

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

<11>
<R+>
 3. Copie as palavras do quadro e separe as slabas, observando o encontro de vogais. Depois, assinale aquela que no faz parte do conjunto.
<R->

<F->
!::::::::::::::::::::::::::::::
l  rea -- voar -- viagem --   _
l  aeromoa -- hiato --        _
l  cadeado -- lcool --        _
l  pessoas -- Diana --        _
l  dinheiro                    _
h::::::::::::::::::::::::::::::j
<F+>

  Explique por que a palavra assinalada no faz parte do conjunto.
  Chama-se *ditongo* o encontro de uma vogal com uma semivogal.
  O ditongo no pode ser separado silabicamente, pois a semivogal no forma slaba sozinha.
  Observe: 
<R+>
 pai -- *a*: vogal, *i*: semivogal
<R->
  Chama-se *hiato* o encontro de vogais em slabas diferentes.
 pas -- *a* e *i*: vogais

<R+>
4. Leia um poema de Pedro Bandeira:

Namoro desmanchado 

 J no tenho namorada
 e nem ligo para isso.
  melhor ficar sozinho, 
 namorar s d enguio.

 Eu conheo os meus colegas:
 sei que vo argumentar
 que pra no ser mais criana
  preciso namorar.
<P>
 
 Mas a outra s gostava
 de conversa e de passeio
 e queria que eu ficasse
 de mos dadas no recreio!

 E eu ali, sentado e quieto,
 no recreio l da escola,
 de mos dadas feito um bobo,
 vendo a turma jogar bola!

 Gosto mesmo  de brincar,
 faa chuva ou faa sol.
 Namorar no quero mais:
 eu prefiro o futebol!

(Pedro Bandeira. *Cavalgando o arco-ris*. So Paulo, Moderna, 1993. p. 30.)
<R->

  Retire do poema os pares de rimas.

<12>
<R+>
 5. Voc concorda com os versos " melhor ficar sozinho,/namorar s d enguio"? Por qu? 
<P>
 6. Copie do poema as palavras com encontros voclicos e pinte-os. Faa uma lista para os ditongos e outra para os hiatos, separando as slabas. 

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

 7. Copie as palavras do quadro, separe as slabas, observando os encontros voclicos. Depois, assinale aquela que no faz parte do conjunto.
<R->

<F->
!::::::::::::::::::::::::::::::::
l  Uruguai -- Paraguai --      _
l  quais -- averiguou -- idia   _
h::::::::::::::::::::::::::::::::j
<F+>

  Explique por que a palavra assinalada no faz parte do conjunto.

  Chama-se *tritongo* o encontro de uma semivogal, uma vogal e outra semivogal na mesma slaba.
  Observe:
<R+>
 sagues 
  *u*: semivogal  
  **: vogal
  *e*s: semivogal
<R->

<R+>
 8. Copie e separe as palavras em trs colunas:
 a dos ditongos  
 a dos tritongos 
 a dos hiatos
 a) pouco
 b) iguais
 c) apareceu
 d) sade
 e) pessoas
 f) quais
 g) histria
 h) sumiu
 i) averiguou
 j) suas
 l) vo
 m) lngua
 n) gratuito
 o) enxagei
 p) tbua
<R->

<13>
Vamos produzir

<R+>
_`[{duas fotos, conforme descrio a seguir._`]
<R->

  Foto 1: um jogador de futebol comemorando o gol, junto  torcida.
  Foto 2: torcida de time de futebol vibrando.

  Observe as fotos e escreva dez palavras que vieram  sua cabea relacionadas s fotos. Escreva rimas para essas palavras.
  Agora, junto com um colega, tentem criar um poema com essas palavras.
  Depois do poema pronto, escolham um ttulo adequado para ele.
  No final, troquem o poema com outra dupla e escrevam um bilhete dizendo o que acharam do poema deles.
<P>
  Combinem com o professor para ler para a classe.

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

Nunca se esquea

<R+>
 Escolheram um ttulo adequado para o poema?
 O poema retrata o tema proposto at o final?
 O ritmo apresentado pelo poema ficou harmonioso?
 As palavras foram escritas corretamente?
 A letra est legvel?
<R->

<14>
Dilogo entre textos

<R+>
 Por que o Brasil  considerado o pas do futebol?
 Quais so os jogadores mais famosos?
 Fale o nome dos estdios de futebol que conhece ou ouviu falar.
<R->
Maracan, a Construo de um 
  Smbolo

  *cone maior da paixo que os brasileiros nutrem pelo futebol, o estdio carioca chega aos 50 anos*

  Gol da seleo brasileira. E um certo senhor Francisco Ferreira, no af de comemorar, teve sua dentadura descolada das gengivas e entalada na garganta. Corria o ano de 1938. Milhes de torcedores, fanticos como Francisco, j faziam desta terra o pas do futebol -- jogo importado por Charles Miller no final do sculo passado. Uma paixo que, em 1950, seria transformada no maior templo de ao e concreto erguido para celebrar esse esporte. Construdo para ser a sede da primeira Copa do Mundo aps a 2a. Guerra, o Estdio Mrio Filho, o Maracan,  o que melhor traduz a relao de amor e dio que os brasileiros tm com seus craques.
  Foi ali que mais de 200.000 pessoas entoaram a marchinha *Touradas em Madri*, de Braguinha e Alberto Ribeiro, para embalar o escrete nacional na goleada de 6 {" 1 sobre a Espanha. Dias depois, uma multido ainda maior viveu o pior momento dos cinqenta anos do estdio: os jogadores uruguaios ignoraram a festa popular nas arquibancadas, venceram os brasileiros por 2 {" 1 e ficaram com a taa de campeo.
  Reflexo das frustraes e alegrias da "ptria de chuteiras", Assim pode ser definido esse templo do futebol. O comportamento da galera, seja numa disputa do Campeonato Carioca ou num jogo da seleo,  sempre catrtico -- de certa forma, lembra o 
<15>
dos antigos romanos no Coliseu. Em campo, gladiadores modernos como o goleiro Barbosa, responsabilizado pela derrota na final da Copa de 1950, conheceram a desgraa. Outros, caso de Garrincha, Zico e Romrio, foram elevados ao olimpo dos boleiros graas a seus gols de placa e dribles desconcertantes.
  H quem diga que o maior de todos, o Rei Pel, desperdiou timas chances de balanar as redes adversrias s para fazer seu milsimo gol no Maracan. Coincidncia ou no, foi o que ocorreu numa noite de novembro de 1969, numa partida entre Santos e Vasco. Momentos como esse ajudaram a tornar o estdio (e o futebol brasileiro) um smbolo do esporte em todo o mundo.
  Entre 1958 e 1970, o chamado esquadro de ouro nacional conquistou trs ttulos em quatro Copas, e o Santos de Gilmar, Coutinho, Pel e Pepe, venceu por duas vezes o campeonato mundial de clubes. Eram tempos de vacas gordas, com muito pblico nos estdios. O perodo seguinte foi de entressafra. Seleo em baixa, sucessos isolados de alguns clubes. Resultado: queda de pblico e aumento da violncia. Ao mesmo tempo, o mercado externo abria-se para os jogadores mais talentosos. Enquanto Falco, Cerezo e Scrates brilhavam na Europa, os brasileiros comearam a se afastar das arquibancadas. Por questo de segurana, a capacidade do Maracan foi reduzida (hoje  de 140.000 torcedores) e, precariamente conservado, o estdio virou um elefante branco.
  Hoje, o futebol nacional vive um bom momento novamente. Ainda assim, os principais astros continuam migrando. A fora do dinheiro mudou tambm o jeito dos craques. Jovens, em sua maioria humildes, encontraram nos gramados um meio de ascenso social. Embora as torcidas exijam "amor  camisa", eles tendem a se ver como artistas, no como atletas devotados. Principalmente se o palco 
<P>
em que estiverem atuando for o Maracan.

C.E.M. e M.A.

<R+>
 _`[{trs fotos seguidas de legendas._`]
<R->

  Foto 1: Estdio de futebol.
  Legenda: Estdio Mrio Filho, o Maracan, nos dias atuais: templo imponente foi erguido para sediar a Copa de 1950

  Foto 2: Garrincha com a bola no p, driblando um jogador.
  Legenda: Garrincha contra meio time: dribles inesquecveis
<P>
  Foto 3: Foto de Pel comemorando.
  Legenda: Pel e seu tradicional soco no ar: o milsimo gol foi no Maracan

<R+>
(Revista *Nova Escola*. So Paulo, Abril, jan./fev. 2000. p. 36-7.)
<R->

<16>
<R+>
 1. Em grupo, dividam o texto em partes, ensaiem e apresentem-no para a classe como se fosse um telejornal. O professor sortear o grupo que ir fazer uma apresentao.
     Ateno a alguns detalhes:
 Escolham um nome para o telejornal e faam a chamada para o incio.
 Leiam o ttulo da notcia com nfase maior.
 Combinem a seqncia dos pargrafos para evitar atropelos.
 Caprichem na entonao e altura da voz. Todos devem escut-los.

 2. Retire do texto palavras que voc no conhece e procure-as no dicionrio. 
 3. Esse texto  uma reportagem. Onde  possvel encontrar esse tipo de texto?
 4. Em que ocasio foi escrito esse texto?
 5. Com que inteno foi relatada, logo no incio da reportagem, a reao do senhor Francisco Ferreira?

 6. Observe as expresses presentes no texto que caracterizam o Maracan. Qual delas foi utilizada indicando uma caracterstica negativa do estdio? Por qu?
 a) cone maior da paixo dos brasileiros pelo futebol.
 b) Templo de ao e concreto do futebol.
 c) Smbolo do esporte em todo o mundo.
 d) Elefante branco.

 7. Explique o significado das expresses em destaque. Pea ajuda ao professor.
 a) "(...) elevados ao *olimpo* (...)"
 b) "Eram tempos de *vacas gordas*, (...)"
 c) "O perodo seguinte foi de *entressafra*."

 8. Segundo o texto, o que motivou a queda de pblico e o aumento da violncia?
 9. Qual foi a grande mudana na forma como os jogadores encaram a profisso hoje?
 
 10. Os textos * uma partida de futebol* e *Maracan, a construo de um smbolo* falam dos sentimentos dos brasileiros pelo futebol.
 a) Indique quais so esses sentimentos.
 b) Localize os trechos em que eles so demonstrados.

<17>
<P>
 11. Leia a notcia:

Segunda-feira, 30 de abril
  de 2001 

ESPORTES

Sem d, Vasco massacra o
  Botafogo: 7 a 0

Silvio Barsetti
<R->

  RIO -- Uma goleada histrica do Vasco por 7 a 0 sobre o Botafogo foi o grande destaque da rodada do returno do Campeonato Carioca. O time de Romrio e Juninho Paulista, com 23 pontos, est agora a apenas uma vitria para garantir o ttulo da Taa Rio e se credenciar para a disputa da final do Carioca, com o Flamengo, campeo do primeiro turno.
  (...)
  No Maracan, o Vasco deu incio  humilhao ao adversrio logo aos 52 segundos, quando Romrio fez 1 a 0. Depois, foi a vez de Juninho Paulista brilhar trs vezes, aos 16 e 35 minutos da etapa inicial e aos 3 do segundo tempo. Romrio, com o j famoso "drible do elstico", marcou 5 a 0. Pedrinho e Euller fecharam a goleada. A equipe ainda desperdiou outras oportunidades e poderia ter feito pelo menos dez gols.
  (...)

<R+>
(*O Estado de S. Paulo*, 30 abr. 2001.)
<R->

  O texto *Maracan, a construo de um smbolo*  exemplo de reportagem. O texto *Sem d, Vasco massacra o Botafogo: 7 a 0*  exemplo de notcia. Ambos so textos jornalsticos.
  Escreva o que voc observou de semelhanas e diferenas entre *reportagem* e *notcia*.
<P>
<R+>
 12. Compare os textos * uma partida de futebol* e *Maracan, a construo de um smbolo* observando o tipo de texto, a linguagem utilizada e a inteno da utilizao. Escreva suas concluses no caderno.
<R->

Um pouco de gramtica

<R+>
 1. Releia o trecho:
<R->

  "Hoje, o futebol nacional vive um bom momento novamente. Ainda *assim*, os *principais astros* continuam *migrando*. A fora do *dinheiro* mudou tambm o jeito dos *craques*. Jovens, em sua maioria humildes, *encontraram* nos gramados um meio de *ascenso* social. Embora as torcidas exijam $"amor  camisa$", eles tendem a se ver como artistas, no como *atletas* devotados. Principalmente se o palco em *que* estiverem atuando for o Maracan."

<18>
  Copie as palavras em destaque, separando-as em slabas.

<R+>
 2. Observe o som produzido pelas letras destacadas nas palavras e responda s questes.
<R->

<F->
!::::::::::::::::::::::::::::::
l  a*ss*im -- *pr*incipais --  _
l  as*tr*os -- mi*gr*ando --   _
l  di*nh*eiro -- *cr*aques --  _
l  encon*tr*aram --            _
l  a*sc*enso -- a*tl*etas --  _
l  *qu*e                       _
h::::::::::::::::::::::::::::::j
<F+>

<R+>
 a) Copie as palavras cujas letras destacadas formam um nico som.
 b) Copie as palavras cujas letras destacadas produzem sons distintos.
     Explique qual  a diferena entre os dois grupos.
<R->

  Ao encontro de duas ou mais consoantes, com sons diferentes, chamamos de *encontro consonantal*. Na separao de slabas, as consoantes podem ficar juntas ou separadas.
  Exemplos: a-*tl*e-tas, pa*r-t*i-da.
  Ao encontro de duas letras que representam um nico som chamamos de *dgrafo*. Na separao de slabas, algumas vezes elas ficam juntas, outras vezes no.
  Exemplos: a*s-s*im, di-*nh*ei-ro.

<R+>
 3. Procure no texto *Maracan, a construo de um smbolo* sete palavras com dgrafos diferentes e faa a separao de slabas.

 4. Forme novas palavras intercalando a letra *r* entre uma consoante e uma vogal. Veja o exemplo e continue no caderno.
 gato -- grato
 a) pato 
 b) toca 
 c) fita 
 d) temer 
 e) cavo 
 f) receio
 g) lavador
 h) peso

 5. Faa o mesmo que na atividade anterior, usando a letra *l*.
 cara -- *cl*ara
 a) pano 
 b) pena 
 c) cima 
 d) fecha 
 e) paca
 f) ciente

<19>
 6. Faa uma lista com os nomes de seus amigos. Depois encontre nesses nomes os encontros consonantais.
<R->

Vamos produzir

  Antigamente o futebol era um esporte praticado exclusivamente por homens. Hoje essa realidade mudou. As mulheres tambm jogam futebol com habilidade e at disputam campeonatos.
  Fora da escola, pergunte a vrias pessoas de sexo e idade diferentes o que elas acham de as mulheres jogarem futebol. Pea que dem sua opinio e justifiquem a resposta. Anote tudo em seu caderno.
  Em classe, leia suas anotaes e oua aquelas feitas pelos seus colegas. 
  Depois da apresentao, escreva a sua opinio, justificando-a.

Dilogo entre textos

<R+>
 Voc j assistiu a algum jogo de futebol em estdio ou em campo?
 O que voc j ouviu falar sobre as torcidas organizadas?
 Fale o que voc acha do modo como as torcidas agem.
<R->

<R+>
_`[{trs charges, descritas a 
  seguir._`]
<R->
<p>
  Charge 1: o tcnico, sendo entrevistado, diz: "Vamos fazer apenas um treino sem bola..." Enquanto isso, os jogadores atacam um boneco com a camisa do time adversrio, dando pontaps e mordidas.

<20>
  Charge 2: um jogador, sendo entrevistado, diz: "Recebi a funo de marcar o Edson..."; na mo, ele tem um ferro em brasa.

  Charge 3: dois jogadores, que esto sendo alvejados com objetos pela torcida, conversam com o tcnico. Um diz: "T! Eu marco o Roberto, ele marca o Amauri. E quem marca a nossa torcida?"

<R+>
(Henfil/Ivan Consenza de Souza. *Urubu e o flamengo*. Porto Alegre, L & PM, 1996.)
<R->
<P>
<R+> 
 1. Os textos que voc acabou de ler so chamados *charges*. Eles costumam combinar texto visual e escrito, provocando humor de uma forma crtica. Qual  o assunto comum em todas elas?
 
 2. Observe a *charge 1*.
 a) O tcnico, ao ser entrevistado, diz que vai fazer apenas um treino sem bola. Se no houvesse as imagens junto da sua fala, o que voc imaginaria que os jogadores iriam fazer?
 b) Explique qual  a crtica feita pela charge.
 c) O que provoca humor nela?

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

<21>
 3. Observe a *charge 2*.
 a) O que significa a expresso *marcar o adversrio no jogo*?
 b) Que idia expressa a palavra *marcar* nessa charge?
 c) A expresso do reprter revela o qu?
 d) O que provoca humor nessa charge?
 
 4. Observe a *charge 3*.
 a) Com quem os jogadores esto falando?
 b) O que revela a expresso do rosto da pessoa com quem os jogadores falam?
 c) Indique o sentido da palavra *marcar* nessa charge.
 d) A crtica feita nessa charge pode ser considerada a mesma das duas outras j analisadas? Por qu?
 e) Em que momento a torcida reage dessa forma?

 5. Escreva a sua opinio sobre o que leva jogadores e torcedores a agirem com violncia.
<R->
<P>
Um pouco de gramtica

<R+>
 1. Descubra as palavras, escrevendo-as no caderno.
 a) Cheiro na boca. 
 b) Limpeza.
 c) Pessoa modesta.
 d) Ser humano do sexo masculino.
 e) Neste dia.
 f) Uma das 24 partes em que se divide o dia.
 g) Terreno com plantao de legumes ou hortalias.
 h) Pessoa que vive temporariamente em casa de outros.
     O que h em comum entre as palavras que voc descobriu?

 2. Descubra quais palavras precisam da letra h e copie-as no caderno, completando-as. Consulte o dicionrio.
 a) '''onesto
 b) '''orta
 c) '''imagem
 d) '''altura
 e) '''istria
 f) '''umano
 g) '''iluminar
 h) '''eitor
 i) '''antigidade
 j) '''omenagem
 l) '''antigo
 m) '''ebe
 n) '''otel
 o) '''lio
 p) '''aluguel
 q) '''ilha
 r) '''amanh
 s) '''erana
 t) '''elosa
 u) '''eri

<22>
 3. Organize as letras e descubra que palavra est dentro de cada quadro escrevendo-as no caderno. (Todas possuem *nh*.)
<R->

<F->
!::::::::::::::::::::::::::
l  d-a-l-e-e-s-n-h-t-a-s   _
h::::::::::::::::::::::::::j
<F+>

<F->
!::::::::::::::::::::
l  n-h-c-a-a-a-s-t   _
h::::::::::::::::::::j
<F+>
<P>
<F->
!::::::::::::::::::::::::
l  r-o-a-n-h-n-d-a-d-i   _
h::::::::::::::::::::::::j
<F+>

<F->
!::::::::::::::::::::::::
l  n-i-c-o-r-z-i-h-e-o   _
h::::::::::::::::::::::::j
<F+>

<F->
!::::::::::::::::::::
l  a-n-e-i-o-h-b-r   _
h::::::::::::::::::::j
<F+>

<F->
!::::::::::::::::::
l  h-a-f-r-n-i-a   _
h::::::::::::::::::j
<F+>

<F->
!::::::::::::::::::::
l  a-e-r-o-n-b-h-n   _
h::::::::::::::::::::j
<F+>

<F->
!::::::::::::::::::
l  n-o-a-m-i-h-c   _
h::::::::::::::::::j
<F+>
<P>
<R+>
 4. Para formar novas palavras, reescreva as palavras seguintes acrescentando a letra *h* aps o *l*.
 a) galo
 b) rola
 c) mola
 d) fila
 e) tala
 f) escola
 g) vela
 h) tela
 i) mala
 j) bola
 l) fala
 m) ralar

 5. Faa o mesmo que na atividade anterior, acrescentando a letra *h* aps o *c*.
 a) cama
 b) toca
 c) fica
 d) taco
 e) bico
 f) c
     Para completar adequadamente, consulte o dicionrio.
<P>
 6. Copie as palavras, completando-as com *lh* ou *li*. Se precisar, consulte o dicionrio.
 a) conse'''o
 b) aux'''o
 c) meda'''a
 d) Ot'''a
 e) grose'''a
 f) c'''o
 g) fi'''al
 h) carti'''a
 i) utens'''o
 j) Mar'''a
 l) sand'''a
 m) a'''ana
 n) sobrance'''a
 o) verme'''o
 p) ore'''udo
 q) ga'''o
 r) fam'''a
 s) bi'''ete
 t) mob'''a
 u) grisa'''o 

<23>
 7. O que  possvel concluir sobre a letra *h* no incio e no meio das palavras?
<R->

Vamos produzir

  Observe mais esta charge:
  Qual  a idia principal trabalhada por ela?
  Pense em uma situao envolvendo o esporte e desenhe-a. Crie uma frase para ela, tornando-a engraada. Procure fazer uma crtica ao esporte ou s pessoas envolvidas nele: jogadores, juiz, bandeirinhas, torcida etc.

<F->
*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?*?
  Figura: enquanto uma mulher  o
  se confessa, o padre dentro   o
  do confessionrio, com o      o
  rdio ligado, levanta e       o
  grita: "gooool".              o
eieieieieieieieieieieieieieieieiei
<F+>

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

<R+>
(Santiago. *Ningum  de ferro*. Porto Alegre, L & PM, 1993. p. 84.)
<R->
<P>
Sugestes de leitura

  1. *Minha vida de goleiro*, Luiz Schwarcz, Companhia das Letrinhas, Coleo Memria e histria.
  2. *As frias do pequeno Nicolau*, Jean Jacques Semp, Martins Fontes.

               xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo

<24>
<P>
Unidade 2

Histrias de Amor

Conte a Seus Colegas

<R+>
 Voc sabe o que  uma lenda? 
 Procure se lembrar de uma e conte-a para a classe.
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<25>
  O texto que voc ir ler chama-se *As lgrimas de Potira*. Pelo ttulo, voc acha que a histria ser triste ou alegre?

As Lgrimas de Potira

  A descoberta das minas de diamante, no Brasil, deu origem a diversas lendas. Vejamos uma das mais interessantes:
  H muito tempo, vivia  beira de um rio uma tribo de ndios. Dela fazia parte um casal muito feliz: Itagib e Potira. Itagib, que significa *brao forte*, era um guerreiro robusto e destemido. Potira, cujo nome quer dizer *flor*, era uma ndia jovem e formosa.
  Vivia o casal tranqilo e venturoso, quando rebentou uma guerra contra uma tribo vizinha. Itagib teve de partir para a luta. E foi com profundo pesar que se despediu da esposa querida e acompanhou os outros guerreiros. Potira no derramou uma s lgrima, mas seguiu, com os olhos cheios de tristeza, a canoa que conduzia o esposo, at que a mesma desapareceu na curva do rio.
  Passaram-se muitos dias sem que Itagib voltasse  taba. Todas as tardes, a ndia esperava,  margem do rio, o regresso do esposo amado. Seu corao sangrava de saudade. Mas permanecia serena e confiante, na esperana de que Itagib voltaria  taba.
  Finalmente, Potira foi informada de que seu esposo jamais regressaria. Ele havia morrido como um heri, lutando contra o inimigo. Ao ter essa notcia, Potira perdeu a calma que mantivera at ento e derramou lgrimas copiosas.
<26>
  Vencida pelo sofrimento, Potira passou o resto de sua vida,  beira do rio, chorando sem cessar. Suas lgrimas puras e brilhantes misturaram-se com as areias brancas do rio.
  A dor imensa da ndia impressionou Tup, o rei dos deuses. E este, para perpetuar a lembrana do grande amor de Potira, transformou suas lgrimas em diamantes.
  Da a razo pela qual os diamantes so encontrados entre os cascalhos dos rios e regatos. Seu brilho e sua pureza recordam as lgrimas de saudade da infeliz Potira.

<R+>
(Theobaldo Miranda Santos. *Lendas e mitos do Brasil*. So Paulo. Ed. Nacional, 1987. p. 140-1.)
<R->

Estudo do texto

<R+>
 1. Faa uma leitura silenciosa e v escrevendo no caderno as palavras que voc no conhece. Depois o professor ir sortear algum para contar a histria para a classe. Se voc no for o escolhido, preste ateno  recontagem para ver se o colega no esqueceu de algum detalhe importante. Caso voc tenha sido escolhido, ateno  seqncia da histria, aos detalhes importantes presentes,  altura da voz. 

 2. Explique o significado das palavras e expresses destacadas a seguir.
 a) guerreiro *robusto e destemido*
 b) casal tranqilo e *venturoso*
 c) *rebentou* uma guerra
 d) profundo *pesar*
 e) lgrimas *copiosas*

 3. O texto traz o significado dos nomes das personagens Itagib e Potira. Explique o que h em comum entre esses significados e a caracterizao feita das duas personagens.
 4. Como se sentiu Itagib quando teve que partir para a guerra?
<27>
 5. Em sua opinio, por que Potira no derramou lgrimas quando o marido partiu?
 6. Explique por que essa histria foi criada.
 7. O que nesse texto poderia fazer parte da realidade e o que no poderia?
 8. O que h em comum entre o diamante e as lgrimas de Potira?
 9.  possvel saber quando essa histria aconteceu? Justifique sua resposta.
<R->
<P>
Um pouco de gramtica

<R+>
 1. Copie as palavras que compem cada um dos grupos e continue completando-os no caderno.
 *Grupo 1*: h, que, um, '''''
 *Grupo 2*: tempo, tribo, 
  parte, '''''
 *Grupo 3*: Potira, robusto, formosa, '''''
 *Grupo 4*: Itagib, destemido, desapareceu, '''''

 2. Qual foi o critrio utilizado para a separao das palavras em grupos?

 3. Releia as palavras dos quatro grupos em voz alta, observando quantos impulsos de voz so dados ao pronunci-las, e copie as frases a seguir, completando-as.
 a) As palavras do grupo 1 possuem ''''' s slaba, por isso so chamadas ''''' (*mono* significa ''''').
<P>
 b) As palavras do grupo 2 possuem ''''' slabas, por isso so chamadas de ''''' (*di* significa ''''').
<28>
 c) As palavras do grupo 3 possuem ''''' slabas, por isso so chamadas de ''''' (*tri* significa ''''').
 d) As palavras do grupo 4 possuem ''''' ou ''''' slabas, por isso so chamadas de ''''' (*poli* significa ''''').

 4. Copie as palavras dos grupos, separando-as em slabas.
 *Grupo 1*: dor, seu, s, foi
 *Grupo 2*: razo, calma, pesar, puras
 *Grupo 3*: lgrimas, brilhantes, cascalhos, vencida
 *Grupo 4*: sofrimento, mantivera, encontrados

 5. Continue copiando e separando as palavras em slabas. Depois, escreva se so disslabas, trisslabas ou polisslabas.
 a) advogado
 b) psiclogo
 c) observou
 d) admirao
 e) ritmo
 f) subnutrido
 g) indignado
 h) benigno

 6. Certa vez um aluno resolveu copiar uma parte do texto *As lgrimas de Potira* no caderno e cometeu alguns erros nas separaes de slabas. Identifique-os e reescreva as palavras com a separao de slaba adequada.
<R->

As Lgrimas de Potira

<F->
  A descoberta das minas de diamantes, no Brasil, deu origem a divers-
as lendas. Vejamos uma das mais interessantes:
  H muito tempo, vivia  beira de um rio uma tribo de ndios. Del-
a fazia parte um casal muito 
 feliz: Itagib e Potira. 
 Itagib, que significa *b-
rao forte*, era um guerreiro 
robusto e destemido. Potira, cujo nome q-
uer dizer *flor*, era uma ndia jovem e formosa.
<F+>

Vamos produzir

  Releia a lenda *As lgrimas de Potira* e reescreva-a. Agora a narradora ser a prpria Potira. Procure passar todo o amor que ela sentia pelo marido e a emoo quando ele foi  guerra e de l no voltou.
  No final, leia para a classe a sua recontagem.
  Inicie o seu texto assim: H muito tempo, eu vivia  beira de um rio...

Dilogo entre textos

<R+>
 Voc j gostou de algum que no gostava de voc?
 Como se sentiu?
 A pessoa sabia do seu sentimento?
<R->

Drama

<R+>
 Eu sei que ela  como eu.
 Afinal, a gente se conhece
 desde o dia em que nasceu.
 Pai vizinho, me comadre,
 mesma rua, mesma infncia,
 mesma turma, mesma escola.

 Eu sei que ela  como eu.
 Brinquedos e jogos iguais,
 passeios de bicicleta,
 aventuras de quarteiro.
 Repartidas descobertas,
 segredos a quatro mos.

 Eu sei que ela  como eu.
 E sei tambm, por saber
 de idia e de corao,
 que por mais que ela disfarce
 gosta de mim pra valer,
 no como amiga ou irm.
<P>
 
 Ento por que (eu pergunto)
 faz de conta no querer
 ser a minha namorada?

 Sendo assim to como eu
 no  justo me trocar
 por um idiota grando,
 s porque eu no sou mais velho
 do que a nossa emoo.

(Carlos Queiroz Telles. 
  *Sonhos, grilos e paixes*. So Paulo, Moderna, 1990. 
  p. 55.)
<R->

<30>
<R+>
 1. Leia o texto silenciosamente e, depois, em dupla, combinem uma apresentao oral para a classe.
 2. Que tipo de texto  esse? Escreva o que voc observou para descobrir.
 3. Quem "fala" no texto?
 4. Explique por que o autor repete nas trs primeiras estrofes o mesmo verso: "Eu sei que ela  como eu.".
 5. Observe a passagem do tempo nas duas primeiras estrofes. O que voc percebeu?

 6. Escreva com suas palavras o que o poeta quis dizer com os versos a seguir.
 a) "Repartidas descobertas, segredos a quatro mos."
 b) "Eu sei tambm, por saber de idia e de corao,"
 c) "s porque eu no sou mais velho do que a nossa emoo."
 
 7. Transcreva o trecho que revela a certeza que o menino tem do amor da menina por ele.
 8. Que sentimento o menino revela com os versos: "no  justo me trocar/por um idiota grando,"?
 9. Que outros sentimentos esto presentes no poema? Observe e escreva-os no caderno.
 10. Em sua opinio, por que a menina no assume seu sentimento pelo menino?
 11. O que voc sentiu pelo menino e pela menina aps ler o poema? Escreva no caderno.
<31>
 12. Justifique o ttulo do poema.
 13. Os textos *As lgrimas de Potira* e *Drama* mostram sentimentos de amor.
     Compare-os e reflita sobre qual a inteno com que cada um deles foi escrito.
<R->

Um pouco de gramtica

<R+>
 1. Copie as palavras separando-as em slabas. Pinte a slaba pronunciada com maior intensidade. Depois, destaque a palavra que no faz parte do conjunto.
 emoo -- conhece -- vizinho -- 
  comadre -- escola -- gente -- 
  desde -- turma -- disfarce
<P>
     Explique por que a palavra que voc destacou no faz parte do conjunto.

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

 2. Observe o exemplo. Ateno ao quadrinho pintado: ele corresponde  slaba tnica da palavra. _`[{o quadrinho pintado foi substitudo por grifo._`]
 msica: *m*-si-ca 
     Agora, em seu caderno, faa o mesmo com as palavras a seguir. 
 a) tambm
 b) clssicos
 c) namorada
 d) quarteiro
 e) grando
 f) segredo
 g) descobertas
 h) trisslaba
<P>
 3. Faa um quadro como este _`[{do livro em tinta_`] no caderno e distribua as palavras da atividade anterior na coluna adequada. Ateno  posio da slaba tnica. Acrescente outros exemplos. 
 *oxtonas* (ltima sla-
  ba): '''''
 *paroxtonas* (penltima slaba): '''''
 *proparoxtonas* (antepenltima slaba): '''''

<32>
4. Observe os exemplos: _`[{as slabas tnicas esto grifadas._`]
 manso = *man* -- so = paroxtona; disslaba
 conversar = con -- ver -- sar = oxtona; trisslaba
     Continue no caderno:
 a) montanhas
 b) inventar
 c) slaba
 d) portas
 e) lgrima
<P>
5. Recorte de revistas ou jornais palavras oxtonas, paroxtonas e proparoxtonas e cole-as no caderno.
<R->

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

Vamos produzir

  Observe as fotos:

  Foto 1: um menino abraando a me.
  Foto 2: uma menina abraando o pai.
  Foto 3: um menino e uma menina se abraando.
  Foto 4: uma menina passeando na praia com o cachorro.
  Foto 5: um casal de idosos sorrindo.
  Foto 6: uma jovem abraada a seu cachorro.

<33>
<P>
  Agora, responda: o amor existe somente entre um homem e uma mulher? Justifique sua resposta.
  Crie uma histria que retrate um desses tipos de amor.
  Siga as instrues a seguir; elas o ajudaro em sua produo:
<R+>
 apresentao e caracterizao das personagens, informando o que elas costumam fazer habitualmente;
 caracterizao do lugar onde se passar a histria;
 apresentao de um problema na histria;
 apresentao das conseqncias desse problema;
 descrio de situaes que deixem a histria emocionante;
 resoluo do problema da histria.
<R->

  O narrador poder ser observador ou personagem.
  Terminada a histria, d um ttulo adequado para ela.
  No final, troque de texto com um colega e observe-o seguindo as instrues da seo *Nunca se esquea*.
  Combine um horrio com seu professor para a leitura oral dos textos.

Nunca se esquea

<R+>
 A narrativa possui ttulo? Ele est adequado ao texto?
 As personagens foram caracterizadas?
 H caracterizao do lugar?
 Existe um problema?
 A histria est emocionante?
 Existe uma parte mais emocionante na histria?
 O problema foi resolvido?
 A pontuao est adequada?
 Todas as palavras foram escritas corretamente?
 A letra est legvel?
<R->
<P>
Dilogo entre textos

<R+>
 Em sua opinio, o que  uma pessoa bonita?
 O que  mais importante nas pessoas: as caractersticas fsicas (exteriores) ou as da personalidade (interiores)? Justifique sua resposta.
 O que voc acha das pessoas que s se preocupam com a aparncia?
<R->

<34>
<R+>
_`[{foto da capa e contracapa de uma fita de vdeo do filme *A Bela e a Fera*, descrita a seguir._`]
<R->

  No alto da capa, o ttulo *A Bela e a Fera*; logo abaixo, entre parnteses, o mesmo ttulo, em ingls: *Beauty and The Beast*. Segue-se um desenho de Bela, num vestido de baile, de mos dadas com Fera, que usa um *smoking*, ambos trocando olhares apaixonados.
  O bule, a xcara, o relgio e o abajur esto sorridentes e com os olhos arregalados.
  No final da capa, est escrito: "Vencedor de 2 oscars *R*!" na contracapa, vemos trs ilustraes de trechos do filme e o seguinte texto:

A Bela e a Fera

  Aclamado como o maior desenho animado de todos os tempos. A Bela e a Fera  uma encantadora obra-prima do cinema. Um filme to extraordinrio que recebeu seis indicaes para o Oscar *R*, inclusive a de Melhor Filme -- a primeira recebida por um desenho animado.
  O filme conta as aventuras da jovem Bela, que procura pelo pai desaparecido e acaba aprisionada no castelo do misterioso Fera. Com a ajuda dos empregados do castelo -- xcaras, bules, relgios e castiais que cantam e danam -- acaba surgindo um lindo romance entre Bela e Fera. O amor entre os dois ensina que a verdadeira beleza vem de dentro de todos ns.
  A Bela e a Fera conquistou platias do mundo todo e tem encantado adultos e crianas com sua msica inesquecvel, personagens cativantes e a maravilhosa animao Disney. Uma fita que no pode faltar na sua coleo. 

Durao: 76 min./Cor Livre

<35>
<R+> 
 1. Para que serve este tipo de texto?
 2. Observe as personagens presentes na capa. O que voc acha que elas esto sentindo? Escreva o que observou para concluir.
 3. A histria mostra uma poca atual ou antiga? Escreva o que observou para concluir.
 4. Qual  o significado da expresso em ingls logo abaixo do ttulo do filme?
<P>
 5. Explique qual foi a inteno de se colocar a informao "vencedor de 2 Oscars!" na capa da fita do vdeo.
 6. Explique o significado de: *aclamado, obra-prima, 76 min./cor* e *livre*.
 7. Qual a importncia das ilustraes nesse tipo de texto?
 8. Procure no texto os adjetivos, indicando os substantivos a que se referem, correspondentes ao primeiro e ao terceiro pargrafos.
 9. Os adjetivos que voc encontrou indicam idia negativa ou positiva? Com que inteno eles foram utilizados?
 10. Escreva o assunto principal do segundo pargrafo e explique por que foi escrito.
 11. Quantas horas so necessrias para assistir a esse filme?
<P>
 12. Explique o significado do trecho a seguir: "O amor entre os dois ensina que a verdadeira beleza vem de dentro de todos ns."
 13. Voc concorda que a verdadeira beleza vem de dentro de ns? Justifique sua resposta.

 14. Pense nas intenes com que cada um dos textos dessa unidade foi escrito: *As lgrimas de Potira, Drama* e a capa do vdeo.
 a) O texto da capa do vdeo possui a mesma inteno dos outros textos?
 b) Qual foi a inteno ao criar os detalhes para a capa do vdeo?
<R->

<36>
Um pouco de gramtica

<R+>
 1. Descubra as palavras, escrevendo-as no caderno.
 a) Extenso de uma linha; tamanho, altura.
 b) Gesto ou expresso de cortesia; saudao.
 c) Ontem  tarde, o garoto ''''' (sair) apressado do colgio.
 d) A moa disse ao namorado:
     -- Ou eu ''''' (sair) agora ou no sairei mais!
 e) Curso de gua natural mais ou menos abundante.
 f) ''''' (rir) tanto da piada que ficou com dor de barriga.
     Crie frases utilizando as palavras que voc descobriu.
 
 2.  com *o*, *u* ou *ou*?
     Copie as palavras, completando-as. Se necessrio, consulte o dicionrio. 
 '''tros -- sand'''che -- 
  mag'''ado -- '''vido -- 
  tb'''a -- s'''ado -- 
  rep'''so -- vr'''s -- 
  clar''' -- c'''chich''' -- 
  c'''rtina -- c'''ro -- 
  gross''' -- expl'''dir -- 
  b'''eiro -- err''' -- 
  p'''dim -- jab'''ticaba -- 
  c'''ve -- rg'''a -- 
  cap'''eira -- b'''bina -- 
  b'''zina -- reb'''lio -- 
  d'''rado -- b'''tina -- 
  est'''rar -- eng'''lir

 3. Reescreva as palavras, completando-as com a letra que falta. Consulte o dicionrio para ter certeza. 
 p'''leiro -- pir'''litos --
  t'''alha -- f'''cinho --
  tab'''ada -- vrg'''la --
  jab'''ti 
     Agora copie as frases a seguir com as palavras que voc completou.
 a) Bruno j aprendeu a ''''' do nove.
 b) A ''''' sobre a mesa  de renda cearense.
 c) O viveiro tinha um ''''' pequeno.
 d) Voc j viu ''''' de '''''?
 e) Vov faz gostosos ''''' de chocolate.
 f) Voc j aprendeu a usar 
  a '''''?
<37>
<P>
 4. Copie as palavras, completando-as com *l* ou *u*. Utilize o dicionrio quando houver dvida. 
 sa'''dade -- futebo''' --
  ane''' -- a'''fabeto --
  caca''' -- degra''' --
  fla'''ta -- asfa'''to -- 
  a'''tomvel -- a'''la --
  cani''' -- funi''' --
  cana''' -- pa'''ma --
  a'''tor -- so'''dado --
  a'''moo -- a'''face --
  a'''dio -- fugi''' --
  minga''' -- a'''faiate --
  apla'''sos -- bo'''so --
  astrona'''ta -- ca'''ma --
  po'''trona -- se'''va 
     Agora utilize as palavras do quadro para completar as frases a seguir.
 a) O ''''' do 3o. batalho prendeu o ladro de ''''' no campo de ''''' 
 b) Na prxima ''''' a professora ensinar todo o '''''
<P>
 c) Aps o ''''' o ''''' costumava tocar ''''' 
 d) O ''''' da histria sente ''''' da sua terra natal.
 e) O co ''''' e foi preso 
  no ''''' 
 f) No ''''' da escada de terra nasceu um p de '''''
 g) Trazia no ''''' uma semente de ''''' 
 h) Durante a ''''' o artista recebia ''''' do pblico.
 i) O ''''' acomodou-se na ''''' da nave.
 
 5. O professor ir ditar algumas palavras e voc as registrar em seu caderno. Depois, junto com seu colega, faam as correes necessrias.
 6. Escreva palavras da mesma famlia de *calma, calada* e *cala*.
<R->

<38>
Vamos produzir 

  Faa de conta que a lenda *As lgrimas de Potira* vai virar um filme e voc foi convidado a fazer a capa e a contracapa do vdeo. Crie ilustraes para a capa; para isso, observe novamente os detalhes da capa do vdeo *A Bela e a Fera*.
  Para a contracapa, elabore um pequeno texto com o objetivo de convencer o leitor a assistir ao filme. Lembre-se de que nesse texto  importante uma breve recontagem da histria sem mencionar o final. Utilize adjetivos positivos e variados para caracterizar o filme. Crie pequenas ilustraes tambm para a contracapa.
  Faa o trabalho em um papel  parte para montar um mural de exposies das capas.

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>
<P>
Sugestes de leitura

  1. *L vem histria outra vez*, Heloisa Prieto, Companhia das Letrinhas.
  2. *Lembranas amorosas*, Francisco Gregrio Filho, Global.
  3. *Frida*, Yolanda Reyes, FTD.

               xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo

<39>
<P>
Unidade 3

Todo dia  dia de ndio

Conte a Seus Colegas

<R+>
 Voc conhece algum ndio?
 J foi a alguma tribo indgena? 
 Conte algum detalhe que voc sabe sobre os ndios.
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<40>
Cresci

  Passaram-se luas. Uma tarde ia eu escanchado na cintura de minha me quando o paj da nossa tribo nos fez parar na frente de sua oca. Olhou para mim. Viu que eu era magro, feio e tristonho. O paj era um homem muito engraado. Fazia troa de toda a gente e de todas as coisas. Examinou-me, da cabea aos ps, sorriu e disse: "Tibicuera".
  O nome pegou. Toda a gente ficou me chamando Tibicuera. Tibicuera na nossa lngua queria dizer cemitrio. O nome sentava bem. Eu era calado e triste.
  Certa vez fiquei parado, olhando a minha sombra no cho. Era a sombra de um guri cabeudo, de barriga enorme, como que inchada. As pernas eram finas como os juncos que crescem nos rios. Soltei um grito de desespero. Na taba at pensaram que tinha sido gemido de urutau.
  Uma tarde me debrucei sobre um crrego para matar a sede. Vi minha cara no espelho da gua. Levei um susto. Ergui-me num pulo e sa a correr.
<41>
Agarrei-me s pernas de minha me e choraminguei:
  -- Vi um peixe feio dentro d'gua, me.
  Cresci na taba, comendo terra, brincando com as formigas e as minhocas.
  Aos cinco anos fiz minha primeira caada de tucanos. Mas no me meti fundo no mato, porque tinha medo de encontrar Anhang, Curupira e os outros espritos maus.
   noite eu via as danas dos ndios ao redor de uma grande fogueira. Os tupinambs pulavam, faziam roda, rebolavam as ancas, erguiam os braos, batiam com os ps no cho. A fogueira lambia a noite com lnguas de muitas cores. De dentro dela saltava um claro que devorava a luz do luar, pintava de fogo a cara dos guerreiros e ia bolir com o mato que estava dormindo.
  Os guerreiros danavam sempre. Os tambores batucavam -- *bum-qui-ti-bum, bum-qui-ti-bum, bum, bum*... Eu olhava para o cu. A lua parecia uma fogueira branca e as estrelas eram os ndios danando ao redor dela.
  Um dia os tupinambs foram para a guerra. Os tambores soaram com raiva. O eco respondeu longe. O paj reuniu o conselho. Os guerreiros prepararam suas armas. Movimentaram-se os tacapes, os arcos, as flechas e as lanas. Depois os guerreiros entraram no mato. S ficaram na taba os velhos, as mulheres e as crianas.
  Comecei a sentir vontade de ficar homem para ir tambm  guerra. Uma vontade que chegava a doer, de to forte.

<R+>
(Erico Verissimo. *As aventuras de Tibicuera*: que so tambm as do Brasil. Porto Alegre, Globo, 1981. p. 2-3.)
<R->

  *Erico Verissimo* (1905-1975)  um dos mais destacados escritores brasileiros. Seus ttulos para crianas so: *Rosa Maria no castelo encantado, O urso com msica na barriga, Viagem  aurora do mundo*, entre outros, histrias que foram reunidas no volume *Gentes e bichos*.

<42>
<P>
Estudo do texto

<R+>
 1. leia o texto silenciosamente e escreva no caderno as palavras que voc no conhece. Junto com um colega, tentem descobrir os significados pelo contexto. No final, verifiquem no dicionrio quem conseguiu ter um maior nmero de acertos.
 2. Retire do texto as palavras pertencentes  lngua indgena.
 3. Quem  o narrador do texto? Retire um trecho que comprove sua resposta.
 4. Explique o significado da expresso inicial do texto: "Passaram-se luas".
 5. Releia o texto e encontre caractersticas de Tibicuera.
 6. O nome escolhido para o indiozinho combinava com ele? Por qu?
<P>
 7. Releia o trecho: 
<R->

  "O paj era um homem muito engraado. *Fazia troa* de toda a gente e de todas as coisas".

  Explique o significado da expresso destacada.

<R+>
 8. Releia mais este trecho: 
<R->

  "Uma tarde me debrucei sobre um crrego para matar a sede".

  O que podemos concluir sobre a relao do ndio com a natureza?

<R+>
 9. Releia a descrio que o menino faz das danas dos ndios (em linguagem figurada) e explique o que querem dizer as expresses destacadas:
<R->

  "A fogueira *lambia* a noite com lnguas de muitas cores.
  De dentro dela *saltava* um claro que *devorava* a luz do luar, *pintava* de fogo *a cara* dos guerreiros e ia *bolir com o mato* que estava *dormindo*."

<R+>
 10. No texto, o narrador faz uma comparao dos guerreiros danando com o cu. Escreva-a no caderno.
 11. Retire do texto a expresso usada para reproduzir o som dos tambores.
<43>
 12. Quando os tupinambs foram  guerra, o narrador nos relata que "os tambores soaram com raiva". Explique o que ele quis dizer com essa expresso.
 13. Releia o texto e responda: o que voc pode concluir quanto  cultura indgena com relao aos temas *diverso, obrigaes masculinas* e *obrigaes femininas*?
 14. Como Tibicuera se sentiu em relao  guerra?
 15. O que voc acha da vida dos ndios? Voc gostaria de ser um deles? Por qu?
<R->

Um pouco de gramtica

<R+> 
 1. Leia as palavras em voz alta, prestando ateno ao som da letra em que h um acento grfico. Depois, no caderno, divida-as em dois grupos. 
 paj -- Ins -- voc --
  cemitrio -- at -- agncia --
  crrego -- pssego -- ingls --
  ps -- cu -- av -- Andr --
  jud -- av -- Mnica --
  lmpada -- cip -- palet --
  mecnico -- gua -- mximo --
  nimo -- retngulo -- mgica
  -- grfica

 2. O que voc percebeu quanto  utilizao dos acentos grficos (agudo e circunflexo)?
<R->

  A slaba tnica das palavras, s vezes,  marcada por um sinal grfico, o acento. 
  Usa-se o acento *agudo* nas vogais abertas.
  Exemplo: paj**.
  Usa-se o acento *circunflexo* nas vogais fechadas.
  Exemplo: voc**.

<R+>
 3. Reescreva as palavras a seguir, separando-as em slabas: 
 sof -- maracuj -- Toms --
  caf -- vocs -- francs --
  gibi -- abacaxi -- domin --
  armaes -- av -- chuchu --
  urubus -- tambm -- algum --
  parabns -- refns --
  encontrar -- coleo -- doer --
  sutil -- infantil -- nariz
<44>
 a) Pinte a slaba tnica.
 b) Em relao  slaba tnica, o que essas palavras tm em comum?
 c) Todas elas receberam acento grfico?
 d) Destaque as palavras que receberam acento grfico.

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>
<P>
 4. Recorte de jornais e revistas palavras oxtonas acentuadas graficamente. Cole-as no caderno e pinte a terminao das palavras.

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

 5. Agora, conclua. Copie a frase a seguir, completando-a:
     So acentuadas as palavras ''''' terminadas em ''''', ''''', ''''', seguidas ou no de *s*, e as terminadas em ''''', '''''

 6. Reescreva as frases no caderno e acentue as palavras quando necessrio:
 a) O bebe sempre bebe o leite nesta canequinha.
 b) Esta criana esta doente, parece febril.
 c) Ainda no domino as regras do jogo de domino.
<P>
 d) Em maio eu lhe compro outro maio.
 e) O fregues comprou um vaso chines.
 f) Ninguem foi visto dando o pontape na bola.
 g) O Amauri recebeu os parabens de seu bisavo.
<R->

Vamos produzir

  O texto *Cresci* termina com Tibicuera nos contando que sentiu vontade de ficar homem para ir tambm  guerra. Continue a histria a partir desse detalhe, imaginando um fato novo que poderia acontecer ao indiozinho. Faa esse trabalho em dupla.
  Lembrem-se:
<R+>
 continuem contando a histria como se fossem o prprio Tibicuera;
 caracterizem o local onde o fato novo acontecer;
 caracterizem as personagens;
<P>
 pensem nas conseqncias que esse fato novo poder acarretar;
 dem uma soluo para o problema criado;
 criem um novo ttulo para a histria de vocs.
<R->
  Quando o texto estiver pronto, releiam-no, corrigindo o que estiver incorreto e passando-o a limpo em uma folha. Faam ilustraes para o texto.
  Combinem com o professor um horrio para a leitura das produes para a classe.

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

<45>
Dilogo entre textos

<R+>
 Qual  o dia do ndio?
 Em sua opinio, para que ele foi criado?
<R->
<P>
Curumim, chama cunhat que eu
  vou contar

(Todo dia era dia de ndio)
  Jorge Benjor

<R+>
 Todo dia era dia de ndio
 Curumim, chama cunhat
 Que eu vou contar
 Todo dia era dia de ndio
 Curumim, cunhat
 Curumim, cunhat
 Antes que o homem aqui chegasse 
 As terras brasileiras 
 Eram habitadas e amadas
 Por mais de trs milhes de ndios 
 Proprietrios felizes da terra brasilis
 Pois todo dia era dia de ndio
 Mas agora eles s tm o dia 19 de abril
 Amantes da natureza, eles so incapazes com certeza
 De maltratar uma fmea ou de poluir o rio, o mar
<P>
 Preservando o equilbrio ecolgico
 Da terra, da fauna e flora
 Pois em sua glria de ndio
 Era exemplo puro e perfeito
 Prximo da harmonia, da fraternidade e da alegria
 Da alegria de viver
 Da alegria de viver
 E no entanto hoje
 O seu canto triste
  o lamento de uma raa
 Que j foi muito feliz 
 Pois antigamente
 Todo dia era dia de ndio

 Msica: Curumim chama cunhat que eu vou contar (Todo dia era dia de ndio)
 Autor: Jorge Benjor
 Editora: Warner Chappel edies musicais ltda todos os direitos reservados
<R->

<46>
<R+>
 1. Procure descobrir o significado das palavras *curumim* e *cunhat*. Se precisar, pea ajuda ao professor.
 2. Que tipo de texto  esse? Faa uma lista do que observou para responder.

 3. Escreva no caderno a idia que o autor quer nos transmitir com os versos:
 "Curumim, chama cunhat/Que eu vou contar".

 4. Releia o verso:

 "Mas agora eles s tm o dia 19 de abril"
<R->

  O que o poeta quis dizer com a utilizao da palavra *s*?

<R+>
 5. Releia o seguinte trecho:

 "Amantes da natureza, eles so incapazes com certeza
 De maltratar uma fmea ou de poluir o rio, o mar 
 Preservando o equilbrio ecolgico,
 Da terra, da fauna e flora"
<R->

  Qual  a inteno do autor ao ressaltar a relao que o ndio tinha com a natureza?

<R+>
 6. Releia mais um trecho:

 "Pois em sua glria de ndio
 Era exemplo puro e perfeito
 Prximo da harmonia, da fraternidade e da alegria
 Da alegria de viver
 Da alegria de viver
 E *no entanto* hoje
 O seu canto triste"
<R->

  Que idia a expresso destacada quer transmitir?

<R+>
 7. O poema retrata uma viso que o autor tem sobre a vida dos ndios no passado e no presente. Caracterize a vida dos ndios nesses dois momentos.
 8. Releia a lenda *As lgrimas de Potira*, na unidade 2, e encontre nela informaes que sejam diferentes da viso do autor do poema *Curumim, chama cunhat que eu vou contar*.
 9. Compare os textos *Cresci* e *Curumim, chama cunhat que eu vou contar*, observando as diferenas quanto  inteno do autor e ao tipo de texto. Escreva suas concluses no caderno.
<R->

<47>
Um pouco de gramtica

<R+>
 1. Copie as palavras, separando-as em slabas. Depois, pinte as slabas tnicas.
 liberdade -- simples --
  biquni -- tnis --
  passarinho -- vrus -- jovem --
  nuvem -- srie -- ndio --
  rdio -- rgos -- dlar --
  revlver -- hfen -- amvel --
  fcil -- trax -- Flix --
  lbum -- lbuns -- banana --
  natureza
 a) Em relao  slaba tnica, o que essas palavras tm em comum?
<P>
 b) Todas elas receberam acento grfico?

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

 2. Copie as palavras das duas colunas no caderno e pinte as slabas tnicas. 
 1a. coluna: natureza -- parede -- passarinho -- jovem -- carter -- confortvel -- jri -- rfo
 2a. coluna: sof -- caf -- domin -- tambm -- amor -- abril -- abacaxi -- corao
     Observando as terminaes dessas palavras, responda:
 a) As palavras da primeira coluna so *oxtonas, paroxtonas* ou *proparoxtonas*?
 b) As palavras da segunda coluna so *oxtonas, paroxtonas* ou *proparoxtonas*?
<P>
 3. Recorte de jornais e revistas palavras paroxtonas acentuadas graficamente, cole-as no caderno e pinte as terminaes.
<R->

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

<R+>
 4. Agora, conclua. Complete o quadro a seguir.
<R->

  So acentuadas as palavras ''''' terminadas em: 
<R+>
 ''''', ''''': jri, biqunis
 ''''': vrus 
 ''''', ''''': lbum, lbuns
 ''''': revlver, dlar
 ''''': trax
 ''''': hfen
 ''''': amvel
 ''''': srie, rgos, ndios

<48>
<P>
 5. Copie as frases, acentuando as palavras paroxtonas e oxtonas quando necessrio.
 a) O indio no gostava de ser chamado de indiozinho.
 b) Aquela historia no  uma historinha.
 c) Cesar achou a tarefa facil.
 d) Igor foi de taxi para a escola.
 e) Julia deitou-se no sofa para sonhar com sua festa de aniversario.
 f) Alem de voce, ninguem sabe do negocio.
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Vamos produzir

   O texto *Curumim, chama cunhat que eu vou contar*  um poema que mostra uma conversa entre um adulto e duas crianas. Voc ir reescrev-lo em prosa. Faa as adaptaes necessrias:
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 crie pargrafos;
 utilize um narrador (aquele que conta a histria);
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 crie as "falas" utilizando travesses e pontuao adequada;
 preencha o espao da folha adequadamente.
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  No final, troque de texto com um colega, observe o que ele fez e verifique se ele conseguiu atingir o objetivo da proposta. Escreva um bilhete a lpis dizendo o que achou da produo dele.

Dilogo entre textos

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 Existe alguma coisa que voc gostaria de saber sobre os ndios? Conte para a turma.
 O ttulo do texto  *Verdades & mentiras sobre o ndio brasileiro*. Que informaes voc acha que ele ir trazer?
 Voc acha que o ndio sofre ou sofreu preconceito em nossa sociedade? Justifique.
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          Verdades & Mentiras sobre o 
          ndio Brasileiro

  Subestimados muitas vezes nos cursos de Histria do Brasil, os ndios so, freqentemente, vtimas de preconceitos. O ms em que se comemora o Dia Nacional do ndio  uma boa oportunidade para uma aula de reviso da figura do ndio, tal como ela  apresentada na televiso, nos filmes e em livros didticos. Aqui, a antroploga Norma Abreu Telles, especialista neste assunto.

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Depoimento a Oswaldo 
  Coimbra/Fotos de Joo Ramid
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  Quando eu era criana, queria saber como viviam os habitantes de nossa terra, antes dos portugueses chegarem. Mas, na escola, a Histria do Brasil era ensinada a partir do dia do descobrimento, como se um pas pudesse comear com data marcada. Fiz faculdade de Histria e continuei a quase s poder estudar a Europa. Fui, ento, para o curso de Antropologia e escrevi um livro sobre os preconceitos contra os ndios nos livros didticos. S ento percebi que tudo o que fizera at ali tinha sido tentar responder s perguntas da minha infncia.

Os ndios vivem na misria?
  H alguns anos, um grande antroplogo demonstrou que todas as sociedades geram necessidades em seus membros. E que a nossa sociedade cria necessidades que poucas vezes pode atender plenamente. J as sociedades indgenas no s atendem inteiramente s necessidades que geram como at vo alm: criam excedentes. Ento, por este ngulo, ns  que vivemos numa sociedade de penria. De qualquer forma, a indigncia e a mendicncia no existem entre os ndios.
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Eles so realmente pagos?
  Antigamente pensvamos assim: se somos superiores, ento o nosso Deus , tambm, superior ao dos ndios. Alguns livros didticos chegam mesmo a apresentar a catequese como um bem maior que doamos aos ndios. No entanto, na hora em que um ndio  convencido de que tudo aquilo em que acredita  inferior, ele prprio est aceitando a idia da superioridade do branco. Hoje, felizmente, os missionrios comeam a deixar de lado a converso dos ndios para dedicarem-se apenas  assistncia social. Afinal,
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a palavra pago s tem sentido se compreendida em relao ao nosso Deus. Nem todos os ndios tm um deus, mas todos tm pelo menos alguma explicao para o surgimento do mundo. Os Guaranis, por exemplo, tm uma filosofia complicadssima que envolve no um deus mas a "terra sem males" que eles procuravam. Outro povo, o Tupi, s vezes  mostrado como adorador de Tup, o trovo, que seria um deus. Na verdade, os Tupis no supunham encontrar deus na natureza. 

So alegres como se comenta?
  Apesar de todas as dificuldades que os ndios enfrentam, ainda   possvel pensar neles como em pessoas alegres. As suas necessidades so atendidas pela sociedade em que vivem. Assim, no tm maiores motivos para a infelicidade. Apesar disto, como ns, eles tambm sentem cimes, valorizam o status (que as aes corajosas lhes do, por exemplo) e tm atritos. Um motivo real de infelicidade para eles  ser solteiro. Quem  solteiro no tem nem os cunhados para ajudar a fazer a parte dos servios que lhe cabe dentro da diviso de trabalhos, nem tem a mulher, que faz a outra parte dos servios. E, portanto, torna-se ainda mais pobre na comunidade.

Agem sempre com agressividade?
  Para incio de conversa, acho que temos de reconhecer que ns prprios somos muito agressivos, a toda hora, no nibus, na rua. Quanto aos ndios, h um tipo de agressividade neles que me parece justificada.  aquela provocada pela invaso das terras deles pelos brancos.  parte isto,  verdade que h sociedades indgenas em que as crianas maiores batem nas menores. Em outras, so as crianas maiores que apanham das menores. Porm, a impresso que s vezes se tem de que eles esto sempre se matando e se comendo no  verdadeira. Alis, o canibalismo indgena tem sido mal compreendido entre ns. Os ndios que comem gente no fazem isto por estarem com fome. H entre eles a idia quase religiosa de que o canibalismo permite conservar dentro do grupo deles a fora de uma pessoa que morreu. Como se, ao comerem a carne de uma pessoa, pudes-
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sem manter entre eles a energia dela.

A criana ndia tem educao?
  Muita gente viu recentemente, na televiso, numa srie de documentrios sobre o Xingu, a convivncia amorosa que os ndios tm com suas crianas. Numa cena, homens treinavam uma dana guerreira. De repente, um menino resolve ficar cutucando os ps dos guerreiros. Ningum teve uma nica atitude de impacincia com ele. Pois bem, a educao entre os ndios consiste em ver e fazer.
  Sem local nem horrio determinados. Em certa faixa de idade, todas as crianas do mesmo sexo comeam a fazer a mesma coisa. Digamos, os meninos vo pescar.  ouvindo as
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histrias dos mais velhos que as crianas aprendem os mitos. Ento, pelo fato de a educao deles ter estas caractersticas  que a questo da alfabetizao dos ndios se torna controvertida. Quando se instala uma escola numa aldeia, impe-se uma diviso que no existia antes. Passa a haver um lugar especfico para a educao.
  Alm disto, leva-se  aldeia a convico, que  s nossa, de que aprender a ler  fundamental. Isto porque no valorizamos, como eles, a tradio da cultura oral. E pior: atravs da alfabetizao outros valores da nossa cultura so passados a eles.
  Por outro lado, no entanto, vemos nos Estados Unidos e no Canad que muitos ndios foram para a universidade e, depois, passaram a usar o conhecimento  adquirido ali em defesa dos grupos a que pertenciam.

So mais atrasados que ns?
  H livros didticos em que os autores afirmam: "O ndio est na Idade da Pedra Polida". E ns, naturalmente, estamos na Idade Atmica. Ento, somos superiores. O maior problema destes livros  que ainda difundem a teoria do evolucionismo social. Segundo tal teoria, a humanidade percorreu ao longo da Histria uma escala ascendente.
  Os ndios estariam no primeiro degrau desta escala e o homem ocidental, europeu, burgus, estaria no topo. Esta teoria  falsa. A histria da humanidade se desenvolveu em muitas direes. Os povos indgenas existem h milnios e durante este tempo acumularam conhecimentos, aperfeioaram tcnicas e se modificaram, como ns. O conhecimento que dominam diz respeito  necessidade de viverem bem. Eles conhecem as estrelas, as estaes climticas, as ervas, sabem caar, plantar e colher. E, alm disto, tm danas, ritos, mitos, pinturas corporais e magnficas artes plumrias.

 verdade que so preguiosos?
  Temos um conceito de trabalho que  criado pelo nosso modo de produo econmica. Como no clculo do valor dos nossos salrios  levado em conta o nmero de horas que trabalhamos, acreditamos que tempo  dinheiro. Os ndios trabalham apenas para satisfazer s suas necessidades. Se criarem algum instrumento que reduza o tempo gasto no trabalho, no iro aproveitar, como ns o faramos, para acumular mais dinheiro. Na vida econmica das tribos isto no faria sentido.
  Eles aproveitariam as horas ganhas para fazer algo que julgassem realmente importante. Viajariam, visitariam outras pessoas.  bom lembrar que os europeus do norte tambm acham os brasileiros preguiosos e dizem que por sermos assim  que estamos atrasados culturalmente em relao a eles. O que,  claro, no  verdade.

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(Revista *Nova Escola*. So Paulo, Abril, abr. 1986. 
  n.o 3. p. 31 a 33.)
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  Norma Abreu Telles tem mestrado em Antropologia.  professora de Teoria Antropolgica e Cultura Brasileira na PUC/SP.  autora do livro *Cartografia Brasilis ou esta histria est mal contada*.

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 1. Faa uma leitura silenciosa e combine com o professor uma leitura oral do texto.
 
 2. Releia as frases retiradas do texto e escreva no caderno o significado das palavras ou expresses destacadas.
 a) "*Subestimados* muitas vezes nos cursos de Histria do Brasil, (...)"
 b) "(...) todas as sociedades *geram* necessidades em seus membros."
 c) "(...) ns  que vivemos numa sociedade de *penria*."
 d) "De qualquer forma, a *indigncia* e a *mendicncia* no existem entre os ndios."
 e) "Eles so realmente *pagos*?"
 f) "(...) eles tambm sentem cimes, valorizam o *status* (...)"

 3. Que tipo de texto  esse? Justifique sua resposta.

 4. Releia o trecho: 
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  "E que a nossa sociedade cria *necessidades* que poucas vezes pode atender  plenamente."

  Que necessidades a nossa sociedade cria? Escreva no caderno.

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 5. O que voc entendeu da afirmao: "Afinal, a palavra *pago* s tem sentido se compreendida em relao ao nosso Deus."?
 6. Na resposta  pergunta se os ndios agem sempre com agressividade, como foi explicado o canibalismo indgena?
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 7. Escreva no caderno como acontece a educao entre os ndios.
 8. Compare os textos *Curumim, chama cunhat que eu vou contar* e *Verdades & mentiras sobre o ndio brasileiro* quanto ao assunto e quanto ao tipo do texto.
 9. Observe os trs textos da unidade: *Cresci; Curumim, chama cunhat que eu vou contar* e *Verdades & mentiras sobre o ndio brasileiro* e escreva qual deles tem o compromisso maior com a realidade. Justifique sua resposta.
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Um pouco de gramtica

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 1. Descubra as palavras, escrevendo-as no caderno.
 a) Fruta do pessegueiro.
 b) Veculo de transporte coletivo.
 c) Antnimo de mnimo.
 d) Fica em cima do pires.
 e) Cincia que estuda os nmeros.
 f) Depois da sexta-feira e antes do domingo.
 g) Objeto que acendemos para iluminar.
 h) Palavra cuja slaba tnica  a antepenltima.

 2. Separe as slabas das palavras encontradas na atividade anterior e pinte as slabas tnicas.
     Em relao  slaba tnica, o que essas palavras tm em comum?

 3. Recorte de revistas e jornais palavras proparoxtonas e cole-as no caderno. Depois, pinte as slabas tnicas.

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  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
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 4. Copie completando.
     Todas as palavras ''''' possuem ''''', agudo ou circun-
  flexo.
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 5. Procure no texto *Verdades & mentiras sobre o ndio brasileiro* e escreva no caderno:
 a) duas palavras paroxtonas acentuadas terminadas em ditongo;
 b) trs proparoxtonas;
 c) trs oxtonas acentuadas, com terminaes diferentes.

 6. Copie as frases, acentuando as palavras quando for necessrio:
 a) Claudia fez aniversario no ultimo domingo.
 b) Muitas pessoas sonham com robos para fazer o servio domestico.
 c) Coloque o numero nos pares que eu numero os impares.
 d) Felix fez o deposito na conta corrente de Patricia.
 e) O ladro ameaou a refem com um revolver.
 f) Recem-casados, Moises e Monica viajaram para Maceio.
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Vamos produzir

  Aproveitem as perguntas levantadas antes da leitura do texto, na seo *Dilogo entre textos*, que voc gostaria que fossem respondidas. O professor as registrar na lousa. Pensem em outras questes que poderiam ser feitas sobre os ndios.
  O professor ir dividir as questes entre todos da classe para que possam buscar as respostas. Em seguida, ele marcar um dia para a apresentao das respostas.
  Elabore um texto informativo que poder ter o mesmo formato e estrutura do texto *Verdades & mentiras sobre o ndio brasileiro*.
  Passe-o a limpo em uma folha  parte para que depois seja lido pelo professor e pelos colegas. Traga objetos ou ilustraes indgenas para montar uma exposio.
  Crie um ttulo para essa exposio e organize os textos e os objetos de uma maneira harmoniosa.
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Sugestes de leitura

  1. *As aventuras de Tibicuera*, Erico Verissimo, Globo.
  2. *Lendas e mitos dos ndios brasileiros*, Walde-Mar de Andrade e Silva, FTD.
  3. *Contos e lendas de ndios do Brasil*, Antonieta Dias de Moraes, Cmara Brasileira do Livro.
  4. *Histrias de ndio*, Daniel Munduruku, Companhia das Letrinhas.

Sites para consulta

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~,http:www.funai.gov.br~,
~,http:www.museudoindio.org.br~,
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               xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo

Fim da Primeira Parte
